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  Publicado em 17 de Abril

Grupo RIC completa 30 anos

Empresa, que tem como marca forte o regionalismo, começa a sua história nos anos 1970 com duas rádios e retransmissora da TV Tupi até chegar a Rede Independência de Comunicação em 1987.

 

Retratar a vida dos catarinenses e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Estado. Esta é a missão que norteia o trabalho do Grupo RIC, que completa 30 anos em 2017 e comemora a data com uma programação neste mês de abril. Desde o início, a empresa de comunicação tem como marca forte o regionalismo, valorizando o sotaque, a diversidade de etnias e de culturas.

 

O Grupo RIC iniciou as atividades em Santa Catarina na cidade de Chapecó. Já no Paraná, a empresa começou no final da década de 1980, a partir da compra da TV Vanguarda e da TV Independência de Curitiba. As emissoras nos dois Estados começaram a ser geridas de maneira coordenada e formava-se, então, a RIC (Rede Independência de Comunicação).

 

Com olhar voltado às demandas da sociedade, a RIC cresceu ao longo dos anos e migrou para todo o território catarinense, conquistando a marca de maior grupo de comunicação regional do Brasil. Atualmente, a empresa tem uma estrutura com seis emissoras de TV, um jornal, dois portais web, uma editora de revistas e mais de 50 equipes de jornalismo. A cobertura atual abrange 268 municípios, com todas as emissoras digitalizadas e sinal HD disponível para 53 municípios – o grupo trabalha agora na digitalização de suas repetidoras e na instalação de reforçadores de sinais.

 

“Temos um enorme compromisso de levar para a sociedade produtos de comunicação que forneçam entretenimento e prestação de serviços. Nossa visão é de que a regionalização é o melhor meio para estar cada vez mais perto das pessoas, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade. A partir desse desafio, abraçamos outra importante causa para a realização desse compromisso: a criação de centenas de empregos”, enfatiza o presidente-executivo do Grupo RIC SC, Marcello Corrêa Petrelli. Hoje a empresa tem 537 colaboradores lotados em seis cidades.

 

 O compromisso com causas sociais e econômicas é uma forte característica da empresa. Entre os projetos, que envolvem também patrocinadores e marcas, estão o Destino SC, a Campanha do Agasalho, a Corrente do Bem e o Sou Bem Cidades.

 

“Hoje, o Grupo RIC é o maior produtor de conteúdo regional do país, e os nossos colaboradores são responsáveis por gerar um grande volume de informações para os catarinenses, além de abastecer os veículos da Record nacional e internacional”, continua o presidente-executivo.

 

A comunicação está na veia familiar. No final do século 19, Joseph Petrelli, um tio distante do fundador do Grupo RIC Mário Petrelli, foi editor-chefe do “Corriere di Napoli”, o segundo jornal mais importante da Itália naquela época. “A comunicação está no sangue da família”, pontua o fundador. “O meu irmão Armando dirigiu o combativo jornal ‘A Tarde’, de Curitiba, que havia sido comprado pelo meu pai em 1929”, recorda, ainda, Mário Petrelli..

 

Mario Petrelli (à dir.) na inauguração da Rádio Floresta Negra de Joinville, em 1976. a primeira do grupo em SC - Arquivo da Empresa/ND

 

Do início com duas rádios à retransmissora da TV Tupi

A história do Grupo RIC começou a ser traçada em 1975, quando o executivo de seguros  Mário Petrelli adquiriu duas rádios, uma em Curitiba e outra em Joinville. Já o Grupo RIC teve início em Santa Catarina no ano seguinte, quando surgiu a oportunidade de concessão da TV Cultura em Chapecó, como retransmissora da Tupi. Em 1982, o sinal entrou no ar, já como SBT.

 

Uma oportunidade ocorreu quando houve um problema societário na TV Coligadas em Blumenau. Mário Petrelli buscou parceiros para comprá-la. Na sequência, o grupo adquiriu a rádio Diário da Manhã, de Florianópolis. Com a concessão da TV Barriga Verde, em Florianópolis, e a participação da TV Planalto, em Lages, foi montado o Sistema Catarinense de Comunicação.

 

O fim da Tupi abriu espaço para o surgimento do SBT (1981) e da Manchete (1983). No Paraná, a atuação do grupo começou em Cornélio Procópio, com a TV Vanguarda, que retransmitia a TV Manchete. Em Santa Catarina, o Grupo RIC retransmitia o SBT em Florianópolis (TV O Estado). A aquisição da TV Independência de Curitiba se somaria à Rádio Independência. Formava-se desta forma, em 1987, a Rede Independência de Comunicação, a RIC. Dois anos depois, em 1989, a falência da Manchete trouxe uma nova parceria, com a retransmissão do sinal da Record. A rede, criada em 1953, tinha sido comprada pelo pastor Edir Macedo no fim da década de 1980. Na época, o Grupo RIC trabalhava com duas bandeiras (SBT e Record). Os dois executivos estaduais, Leonardo e Marcello Petrelli, começaram a cogitar a unificação de sinal junto à emergente Record. Coube ao fundador a missão de comunicar essa possibilidade ao SBT.

 

A consolidação da Record

Em 2007, a unificação da bandeira Record foi efetivada. Mário Petrelli foi o articulador desse processo que resultou na  expansão nacional da Record para além do eixo Rio-São Paulo-Minas Gerais, colaborando para a consolidação da segunda principal rede de TV do país. “Nós trouxemos para a Record 14 estações naquele momento. Aí começou a grande expansão da rede, que é fruto da cassação da Manchete [em 1999]. Tenho orgulho disso”, afirma.

 

O processo iniciado nos anos 1970 incluiu várias empresas, diferentes sócios e bandeiras, mas o grupo foi se desenhando até alcançar o formato atual, com 11 emissoras no Paraná e em Santa Catarina, além de rádios, portais de notícias, plataforma jovem multimídia, jornais e revistas.

 

A ideia da regionalização, de prestigiar o fato local, é que dá sentido à existência do Grupo, comenta Mário Petrelli, fundador e presidente emérito do Grupo RIC - Daniel Queiroz/ Arquivo/ND

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Grupo RIC

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